quinta-feira, 20 de março de 2008

Via Saga Missioneira


Nesta Sexta-Feira Santa, 21, antecededendo a Páscoa, mais ma vez os santo-angelenses estarão sendo brindados com um espetáculo que reunirá um grande número de fiéis, pelas ruas da cidade, em direção à frente da Catedral Angelopolitana, na praça Pinheiro Machado. Desta vez sem Odailso Berté, a Cia. Sarx Teatro e Dança estará realizando pelo quarto ano a Via Saga Missioneira, ou uma procissão de fé e arte.Conforme informou a nova diretora da Cia. Sarx, Letícia de Moura, a Via Saga é parte importante da programação da Semana Santa e realizada juntamente com a tradicional Procissão do Senhor Morto, com apoio das paróquias Sagrada Família, Santo Antônio e Santo Anjo da Guarda. A Via Sacra Cristã e a Viga Saga Missioneira iniciam às 20 horas.Após a saída dos três locais, as pessoas se dirigem até a praça do Brique, de onde partem, em conjunto, para a frente da Catedral onde acontecerá a crucificação de três Cristos : o Cristo Branco (interpretado por Volimar Aimi), o Cristo Índio (por André Petri) e o Cristo Índia (interpretado por Ana Thiele Machado).TRÊS MESES DE ENSAIOSNo total, a Via Saga terá cerca de 40 pessoas envolvidas, com 30 delas participando ativamente da encenação. Letícia destacou que a exemplo dos outros anos, todos os atores e bailarinos da Cia. Sarx estão perfeitamente sintonizados para que o espetáculo ocorra da melhor maneira. A preparação foi de pelo menos três meses, neste ano, com ensaios num total de 13 horas por semana. Ela assumiu em janeiro a direção da Sarx e é responsável pela orientação cênica.O criador da Via Saga Missioneira e do texto foi Odailso Berté, com as coreografias tendo sido preparadas em conjunto por todos os bailarinos. O destaque é para a tradicional "Aleluia", de Haenvel, coreografada por Odailso e que ganhou uma adaptação musical da banda finlandesa Nightwish.EM DIREÇÃO AO CALVÁRIONa procissão, atores e bailarinos encenam o trajeto que foi feito por Jesus Cristo em direção ao Calvário. Tudo numa encenação clássica, como definiu Letícia, dramática e bastante emocionante, da paixão, morte e ressurreição de Cristo, paralelamente à história da paixão, morte e ressurreição do povo guarani, praticamente dizimado.

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